A Hora da estrela - Clarice Lispector

Olá  estrelas!

Hoje trago para vocês a resenha deste lindo livro de Clarice Lispector!
 


A hora da estrela é o tipo de livro que faz com que você repense muito sobre a sua vida,sobre seus conceitos de vida, pois Clarice traz para nós muitos sentimentos humanos que temos ou que deveríamos e que por vezes ao ler nos faz repensarmos,mais que na maioria das vezes,não,nós procuramos esconder de todos,essa é a verdade. O exemplo disso é o vazio interior e a solidão; e principalmente o ponto alto do livro: A razão de existir!
O livro é narrado por Rodrigo S.M, escritor e conta a nós leitores, a vida de uma jovem nordestina virgem chamada de Macabéa, que vive uma vida muito triste e solitária mesmo não sabendo que vive assim. Teve uma infância muito difícil, perdeu os pais muito cedo e teve que ser criada por uma tia muito ranzinza.

Quando ela enfim se torna moça e muda-se para o Rio de Janeiro e lá acaba passando por poucas e boas...


Todo o sentimento que o livro expressa por meio do seu narrador Rodrigo e também por Macabéa só mostrou mais a grandiosidade e riqueza da alma de Clarice, citada por todos como uma escritora decidida a desvendar as profundezas da alma,na minha opinião uma das melhores escritoras que existiu, o modo como ela escreve mostra o quanto ela era uma pessoa inquietante que sempre via nas pequenas coisas, coisas gigantescas,extraordinárias .

Me identifiquei muito com livro, foi uma leitura muita agradável e que me trouxe muitas horas de satisfação e descobrimento do desconhecido. Um livro indicado para qualquer pessoa que como eu goste de livros inquietantes,que nos faz refletir na história e nos faz sem perceber misturar nosso próprio conceito de vida como uma certa ou total identificação, que deixam um ponto de interrogação bem grande sobre o que é esta sociedade em que vivemos e quem somos nela.Excelente para se ler em uma tarde livre!

Foi muito bom de ler e é isto espero ter mostrado o quanto este livro me fez viajar e buscar o desconhecido!

Abaixo, alguns trechos deste lindo livro!

   "Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré-históra já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos -sou eu que escrevo o que estou escrevendo."
Pág 11


   "Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."

"Não, não é fácil escrever. É duro como quebrar rochas. Mas voam faíscas e lascas como aços espelhados."
Pág 1



Espero que nesta pequena resenha eu tenha conseguido mostrar pelo menos um pouco do que é Clarice Lispector!
Comentem!

Ótimo final de domingo a todos blogueiros e não blogueiros.


Hamlet,de Shakeaspeare


Hamlet,um clássico de Willian Shakeaspeare,uma das melhores e mais complexas histórias que já li,um texto teatral fantástico na minha humilde opinião.
“Sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir as vossas sepulturas, e vos fizer sair       delas, ó povo meu.” ( Ez.37:13)

     Quem nunca se perguntou: O que é o homem, ora tão criativo e capaz de atos do mais sublime amor, ora protagonista das mais vis atrocidades ?
     Quantas vezes ouvimos notícias sobre políticos, pessoas comuns e até nosso próprio comportamento e nos perguntamos: como fomos capazes de tal coisa? A alma humana abriga muitos adjetivos - abismo de escuridão, mas ao  mesmo tempo capaz de atos de amor, misericórdia e bondade. Onde nasce a ganância, corrupção, intrigas, esse lado obscuro do ser?
   A morte presente em cada ato humano,  um corpo que carrega uma alma que se angustia diante da vida... Por que tal sofrimento? De onde vêm tais ânsias? Por que tanta gente deprimida?
     Sobre que pilares e fundamentos está construído o ser humano? Que verdades norteiam o homem e seus feitos? É possível julgar as pessoas pelos seus atos?  É possível conhecer alguém de fato? Em que se sustenta a vida?
 Hamlet é uma viagem ao interior de um homem profundamente angustiado por não poder confiar em ninguém e por saber que vivia num mundo construído mais sobre mentiras e aparências do que verdades.
     Foi escrita entre 1600 e 1602 e impressa pela primeira vez em 1603.
     Tudo começa quando o espectro de seu pai aparece e pede vingança. Segundo o fantasma, o irmão Cláudio, agora rei em seu lugar e casado com a rainha, o teria envenenado. Desde então, Hamlet perde o equilíbrio interior e passa a planejar a vingança. No entanto, o jovem príncipe, é tomado por dúvidas atrozes. Sua decisão de vingar a morte do pai é sempre adiada.
Polônio, conselheiro de Cláudio é o pai de Laertes  e Ofélia a quem Hamlet parece amar. Polônio presume que os devaneios do amor estão deixando Hamlet louco e informa isso a Cláudio, Gertrudes e também a Ofélia, pedindo à filha  para esquecê-lo. Mais tarde Hamlet acaba rompendo com Ofélia.
     Hamlet em discussão com sua mãe Gertrudes, mata Polônio pensando ser cláudio, quando aquele estava atrás de uma cortina. Desde então Ofélia, demente em luto pelo pai, fica a vagar, e acaba suicidando.
      Laertes enfurecido com a morte do pai e triste com a situação da irmã é convencido por Cláudio de que Hamlet é o único culpado, Cláudio propõe a Laertes uma luta de espadas entre ele e Hamlet, onde Laertes usaria uma espada envenenada, sendo que será oferecido ao príncipe uma taça de vinho com veneno, se o plano da espada falhar.
A tragédia, como modalidade dramática, mostra que apesar da limitação, o homem é uma grande possibilidade. Há sempre quem sobrevive para contar a história do herói morto. A tragédia é uma forma de lembrar ao homem  da sua mortalidade, sua  falha trágica, e o pretenso pode que habita os palácios, corroído pela hipocrisia “ .. mas caro irmão não faças como alguns desses pastores que aconselham os outros o caminho do céu... enquanto eles seguem ledos  a estrada dos prazeres, sem dos próprios conselhos se aperceberem.”
Hamlet é a tentativa humana, a fragilidade humana em busca de algo mais sólido. Sua falha é a sua indecisão, o não agir quando necessário. Embora seja o responsável pela morte de muitos ao seu redor , o homem/hamlet é também a própria esperança. A sua história será recontada por Horácio, o amigo fiel, o sobrevivente. A razão operante, a vida que continua, mesmo que imperfeita. Pode ser que pelo seu exemplo, outros não incorram no mesmo erro.
Ser ou não ser, eis a questão: viver ou morrer diariamente, ser comido pelos vermes que habitam sob o pó da existência, ou beber do veneno da vida aparente, vida que é morte, vida que é sombra, espectro, ilusão da mente, engano do coração angustiado.A primeira vez que li Hamlet me pareceu um texto um tanto confuso,mais por fim um excelente texto pra se ler,atuar,estudar e levar pra vida artista ou não.

Hoje nos cinemas, O Homem de Ferro 3


Não poderia deixar de falar desse herói né gente!!!
O Homem de Ferro nunca foi o principal herói dos Vingadores nos gibis. Porém, o sucesso dos dois primeiros filmes foi tamanho que quando o filme dos maiores heróis da Terra chegou ao cinema, todo mundo só queria ver as fanfarronices do Tony Stark. E há fanfarronices de sobra nesta quarta aparição cinematográfica do ferroso.
Em Homem de Ferro 3, vários ataques terroristas vêm acontecendo, e um sujeito chamado Mandarim (Ben Kingsley) aparece na TV para assumir a responsabilidade sobre os crimes, se dizendo um professor, e chamando cada ataque de “lição”. A princípio, Tony Stark (Robert Downey Jr.) não se preocupa tanto com isso. Afinal, terrorismo é um assunto do governo. Ele cuida de ameaças alienígenas, caramba! É aí que a turma do Mandarim comete seu big mistake, mandando para o hospital o amigo Happy Hogan (Jon Fraveau). E agora, delfonauta, o troço é pessoal!Uma coisa que gostei muito, e que, salvo engano, nunca foi abordado nos gibis, é como Tony Stark lida com essa história toda de deuses e alienígenas que ele havia acabado de encontrar da última vez que o vimos no cinema. Afinal, de todos os Vingadores, nosso amigo gênio, playboy, bilionário e filantropo é o único que não tem poderes. Qualquer um (Don Cheadle) que coloca uma de suas armaduras pode fazer o que ele faz. Será que esse negócio todo de super-heróis não é demais para ele?Ainda não vi o longa mais com certeza é um filmão!!! Quando assistir eu venho comentar!!! Fica combinado!!!
Ótima sexta e não perca a estréia deste filme hoje em todos os cinemas!!!!!

A Fera


Uma nova versão bastante atualizada da Bela e a Fera,criada por Alex Flinn,editora Galera Record.,onde todos aqueles pêlos espalhados pelo corpo se transformam em tatuagens e cicatrizes deformando um lindo e Jovem adolescente que com toda a sua arrogância e princípios sórdidos onde a beleza vem sempre em primeiro lugar,onde uma passagem do livro diz:" quem teimar que o bonito prevalece,ou é burro ou é feio".Particularmente eu AMEI o livro e mais ainda quando descobri que o ator Alex Pettyfer seria a Fera,com todo seu brilho e fantasia espalhadas na telona,´deu pra perceber que gosto do ator né? rs...mais indo bem mais a fundo no livro..
Kyle Kingsbury é um adolescente lindo, rico e popular. E o que tem de sobra em beleza falta em humildade: Kyle é extremamente arrogante e mimado. Seu pai, âncora de um telejornal, supre sua ausência com bens materiais, o que só colabora para tornar o menino alguém insuportável.
Mas Kyle vivia feliz e contente em seu mundinho perfeito, na grande e agitada Nova York, cercado de pessoas perfeitas e detonando com qualquer um que não se encaixasse no modelo. E tudo ia muito bem em sua vida até que ele mexeu com a pessoa errada…
Kendra estava fora dos padrões que Kyle e seus amigos consideravam aceitáveis e foi humilhada na frente da escola. O que ninguém esperava é que uma “brincadeirinha inocente” (na visão deturpada de Kyle) pudesse acabar de forma tão… Mágica.

A verdade é que Kendra era uma bruxa. Agora transformado em Fera, Kyle terá dois anos para encontrar alguém que o ame de verdade e que seja capaz de ver por baixo da aparência monstruosa.Com cenário moderno, elementos atuais e personagens muito cativantes, a autora fez com que eu só conseguisse levantar depois de ler a última página!
O livro é narrado em primeira pessoa e acompanhamos a jornada de Kyle enquanto conta sua história para os amigos virtuais que fez em um grupo de ajuda online – pois é! Mais moderno impossível! ;)
Vamos do ódio ao amor conforme a história avança. Kyle era um menino odioso por dentro e lindo por fora. De uma hora pra outra torna-se quase um monstro por fora… Mas a mudança interna é bem mais lenta e difícil. E acompanhar essa evolução é emocionante!
Abandonado pelo pai em um casarão no Brooklyn, todo seu contato com pessoas se resume a Magda – a empregada bondosa e paciente – e Will – seu tutor cego que o ensina a amar e cuidar das rosas.
É só quando o tempo de Kyle está pela metade que a “Bela” aparece. Assim como nas outras versões, o encontro acontece por causa do pai da garota – nesse caso, um péssimo pai. Lindy é levada para o casarão da “Fera” e ali é obrigada a viver.
Claro que, assim como em outras versões, a aproximação dos dois não é fácil e nem rápida. Acompanhamos a construção de uma amizade que é o único laço forte e verdadeiro que Kyle consegue em meses – mesmo que Lindy esteja ali contra sua vontade.
O final você só vai descobrir lendo. Claro que todo mundo imagina qual seja, mas é o caminho até ele que faz a história ser tão bonita. E preciso reforçar que Kyle é um ótimo narrador. Envolvente, nos mostra quem ele era de verdade e consegue nos conquistar mostrando quem ele se tornou.
Fora isso, cada personagem – Kendra, Will, Magda, Lindy – se mostra extremamente relevante para a história e consegue ganhar nossa simpatia através de suas ações e/ou personalidade.
Para quem gosta de contos de fada e suas versões modernas, A Fera é o livro perfeito.
Vale a pena.
;)

O Casamento - livro de Nicholas Sparks


Boa tarde pessoal!!! Como estão vocês? Espero que beem...
Hoje depois de ter acabado de ler o livro O Casamento,de Nicholas Sparks,continuação de Diário de uma paíxão,que também é maravilhoso,venho não somente indicá-lo para ler mais também comentar sobre essa obra que de fato é muito linda e empolgante história de amor.Resenhar os livros desse autor é relativamente prazeroso pra mim e relativamente complicado,isto porque costumo amar tanto suas histórias que fica quase impossível me afastar o suficiente para escrever.
O Casamento conta a história de Wilson e Jane Lewis, casados há quase 30 anos e com três lindos filhos já adultos. O que poderia ser considerada uma vida extremamente feliz e realizada é manchada, na verdade, pelo comportamento do próprio Wilson.

Apesar de amar sua esposa com todo o seu coração, parece que Jane não sente mais o mesmo, e a coisa se agrava quando ele esquece o aniversário de 29 anos de casamento. Wilson esteve, desde sempre, tão mergulhado em seu trabalho que acabou negligenciando outros aspectos de sua vida, e parece que agora – quase três décadas depois – ele está pagando a conta.
É quando percebe que o preço a pagar pode ser perder a única mulher que já amou e pretende amar para sempre que ele decide começar a mudar o rumo desta história. E o livro conta a saga de Wilson entre o 29º e o trigésimo aniversário de casamento.
A história nos é narrada pelo próprio Wilson, e acompanhamos o presente e o passado do casal. Conseguimos entender um pouco mais dos personagens, como eram e como se tornaram o que são. A narrativa é apaixonada e autocrítica, como na maioria dos livros de Sparks… Mas faltou alguma coisa. Vou explicar mais à frente, juro!
Acho que a grande dificuldade de Wilson sempre foi a falta de romantismo. Ele é muito apaixonado pela esposa, mas falha na hora de demonstrar – e isso vem desde a época em que namoravam. Só que isso seria, talvez, aceitável para uma pessoa que não estivesse acostumada com belas histórias de amor…
Mas Jane é filha de Noah, o protagonista de Diário de Uma Paixão. Quem leu o livro SABE que poucos homens são mais românticos que ele, o que acaba sendo um tanto injusto com o pobre Wilson.
E eis que, finalmente, posso tentar me explicar. Não tenho dúvidas que o que me fez não desgrudar do livro foi Noah e a curiosidade de saber COMO Wilson ia consertar as coisas, porque o restante me parece bastante óbvio, próximo ao clichê,mais acho eu,que todas as histórias de amor tem um certo clichê e gosto disse em partes. A narrativa é gostosa de ler e fui virando as páginas sem sentir, como Nicholas sempre me faz fazer, mas faltou alguma coisa para o livro ser espetacular.
Me emocionei MUITO em algumas partes, torci para que tudo desse certo e não acho que foi uma perda de tempo – afinal, ler Nicholas Sparks nunca será perda de tempo pra mim. Mas não foi a mesma coisa do primeiro livro. E acho que o que faltou foi um conflito forte, como em todos os outros livros do autor.
O Casamento é muito mais tranquilo neste sentido e acho que isso acabou tornando-o um livro mais raso. Ao mesmo tempo em que achei bonitinho (e morri de inveja em algumas partes, confesso hahaha), não me marcou como outros do mesmo autor.
Mas depois de terminar a leitura senti que valeu a pena, nem que fosse para ter mais um pouco de Noah e sua história comigo. Para os fãs de Diário de Uma Paixão vale para saber um pouco do que aconteceu depois daquele final, mesmo que em breves visitas de Wilson ao sogro. Para os fãs de Sparks, como eu, acho que deixa a desejar, ainda que tenha sido (às vezes) emocionante.
Enfim, se me perguntassem se eu leria o livro outra vez? Apesar de não ter tido aquele impacto em meu coração,a resposta é sem dúvida,sim.
;))

Beijoooo e daqui a pouco eu venho com mais livros,filmes e de tudo sobre tudo.

A Hospedeira..sensacional!

A Hospedeira me fez visualizar todos os momentos e passagens da história em minha imaginação,me fazendo perder o ar por várias vezes ao me empolgar na leitura,querendo ler mais e mais,porém ao comprá-lo achei que seria uma leitura bastante cansativa mais não foi nenhum pouco,a história é extremamente envolvente e como já comentei a cima nos faz visualizar todo cenário,achei super incrível quando assisti o trailer do filme,reparando que tudo que visualizei se transformou em filme,o filme está fielmente na escrita do livro,pelo menos o trailer,ainda não assisti o filme.Gosto muito da história contada e agora estou vindo dividir com vocês a minha experiência.
“A Hospedeira” narra a história da humana Melanie e da alienígena Peregrina (Peg). Melanie é uma adolescente normal que vive num mundo não tão normal assim… Aos 17 anos Melanie tem que lidar com questões bastante complicadas. Afinal é impossível não se preocupar com a tomada da Terra por seres alienígenas e a perda de seu pai e sua mãe para eles. Restando apenas lutar pela sobrevivência sem esquecer de proteger seu irmão mais novo, Jamie, ainda uma criança.Na narrativa do livro antes de sermos apresentados a Melanie conhecemos Peregrina, uma alienígena que junto a sua espécie está utilizando o corpo de humanos para fazer da Terra um lugar melhor. Sim, a incapacidade humana de cuidar bem de sua própria espécie e de seu planeta é a razão pela qual a Terra foi invadida. Como toda alma Peg é naturalmente doce, e não possui qualquer pretensão de fazer mal.Onde um amor por Jared ronda toda a história,trazendo várias formas de complicações.Stephenie Meyer nos faz olhar para o nosso comportamento através dos dois olhares (humano e alienígena),confesso que fiquei admirada por tamanha história. Rolam comentários de que “A Hospedeira” é o primeiro de três livros previstos, mas até hoje nada foi lançado. Eu espero sinceramente que a autora se empolgue de vez com as gravações do filme homônimo e nos dê a continuação deste livro.Torço pra que isso aconteça!